Em comemoração ao Dia das Crianças, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal realiza, no dia 12 de outubro, das 13h às 17h, na Alameda da Educação, mais uma edição da programação especial “Se essa rua fosse nossa”.

As atividades são gratuitas, acessíveis e acontecerão das 13 às 17h na Alameda da Educação, em frente ao MM Gerdau.

Mas atenção! Menores de 13 anos deverão estar acompanhadas dos seus responsáveis, que devem participar das atividades com as crianças.

Pedra Mole, pedra dura?

Nesta atividade, serão apresentadas as principais propriedades minerais, como: brilho, cor, traço, densidade, etc. Além disso, os participantes poderão verificar características de algumas amostras a partir dos sentidos (olfato, tato, paladar, visão). O objetivo desta atividade é promover a aproximação do público com o universo mineral.

Língua Afiada

O tão famoso “era uma vez…” é um poderoso convite ao mundo da fantasia e da imaginação!  Contar e ouvir histórias: uma atividade que estimula o conhecimento, a reflexão, a aprendizagem, o hábito de escuta, o gosto pela leitura.

Lacre do Bem

Lacre do Bem: como funciona

A oficina de recicláveis do Lacre do Bem cria diversos acessórios feitos de lacres e cápsulas de café Nespresso. O Lacre do Bem promove a reciclagem de lacres e a inclusão de pessoas com mobilidade reduzida nos diversos setores da sociedade.

A oficina é uma atividade desenvolvida para reforçar a importância da reciclagem para o meio ambiente, principalmente do alumínio, que pode ser reciclado várias vezes, ao invés de extraído diretamente da natureza. Para isso, relaciona questões ambientais e sociais às atividades realizadas de forma lúdica e divertida.

Assim, estimula a consciência ecológica dos participantes e os tornam mais solidários com o próximo. Desde sua fundação, há seis anos, o projeto já chegou à marca de 49 toneladas de lacres reciclados e 508 cadeiras de rodas doadas a pessoas com deficiência.

A oficina é comandada pela idealizadora do projeto, Julia Macedo, de 15 anos, e sua mãe, Ivete Rodrigues de Macedo. Além delas, também são orientadoras Claúdia, Mayana Rebeka e Adriana Brun.

Elas são responsáveis por organizar turmas de 15 participantes, entre sete e 80 anos, que têm 30 minutos para criar uma arte. Poderão ser confeccionados acessórios como colares, pulseiras e brincos a partir da técnica de tecer com cordões de malha, cápsulas de café e lacres de latinhas de alumínio.

Feito Vó

Coletivo Feito Vó

Oficinas manuais, abertas, livres e que conectam gerações, nas quais senhoras ensinam aos mais jovens, motivando-os a ensinarem a elas algo em troca.

Tal atividade é desenvolvida em parceria com o coletivo “Feito Vó”, movimento belo-horizontino para a terceira idade, que tem como principal objetivo propiciar trabalhos de capacitação, motivação e forte envolvimento da terapia ocupacional nas atividades realizadas.

Uma tarde no Museu – A Infância na Música Brasileira

A artista, musicista e contadora de histórias Daniela Libânio irá realizar três sessões de contação de histórias e musicalização com as crianças (14h30 às 15h10 / 15h30 às 16h10 e 16h30 às 17h10). A ideia é propor uma vivência de musicalização e contação de histórias a partir da história e música dois grandes músicos brasileiros: Noel Rosa e Villa Lobos.

Instalações servirão como cenário para a realização das sessões e serão inspiradas nas canções e história de vida de ambos e de outras canções de artistas brasileiros como Milton Nascimento, Lô Borges, Caetano Veloso e Maria Bethânia. Outros elementos da música brasileira serão trabalhados nas instalações, como materiais sonoros, instrumentos musicais e objetos brincantes.

NanoEducar

Lídia Andrade, Felipe Reis e Polyane Reis com modelos tridimensionais das estruturas nanométricas

A nanotecnologia está cada dia mais presente no cotidiano, mas pouca gente sabe disso. Muito mais reais do que parecem nos filmes da Marvel, os nanomateriais estão presentes nos pneus e até na cardiologia. Explicar as vastas aplicações desse campo é o principal objetivo do projeto da UFMG “Nanoeducar: enxergando o invisível”.

Desenvolvido por equipe interdisciplinar da universidade, o projeto se baseia na produção de material educativo sobre a nanotecnologia, na forma de revistinhas, animações com o mascote Faraó Tutacanano e modelos tridimensionais das estruturas nanométricas. Também investe no incentivo às crianças para que interpretem as informações usando massinhas e recicláveis, comparando com o aprendizado obtido por meio do material do Nanoeducar.

O projeto será lançado oficialmente no “Se essa rua fosse nossa”, em parceria com o MM Gerdau. A ideia é que o público conheça, em primeira mão, os materiais produzidos e participem da oficina Tutacanano, nome do mascote do projeto.

A oficina Tutacanano é inédita e foi desenvolvida pelo Educativo do Museu a partir do projeto “Nanoeducar: enxergando o invisível”, da UFMG.

* Com informações da assessoria do MM Gerdau

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ACESSIBILIDADE

O Museu possui banheiros adaptados, elevadores, rampas, cadeiras de rodas, carrinho de transporte e fraldário nos banheiros.